O poema …e tu na palavra, e eu.. Tudo só a sós em mim …em ti? E eu assim, sentada no pensamento…. E a imensidade, cheia ou vazia, das coisas, o grande esquecimento ou memória do céu e da terra…a velocidade do tempo que é uma grande dor… O teu tempo que eu quero no meu tempo A acumulação de tudo o que vida escreveu em nós..Aí, aqui, algures uma voz, um canto, um perfume ocasional que nos faz erguer a alma, o pano de nós, a boca… Aquilo que fui, que sou, acrescentado ao que serei… aquilo que tive, que tenho somado ao que terei..a minha infância…os meus olhos nesta outra infância de ti…onde desoculto o coração, tantas vezes sozinha na noite de mim própria, a chorar como uma mendiga, o silêncio desse lugar de nós….as paredes vazias de nós( mais um pouco de pó de estrelas de mim, - que sou estelar- Sagan) Sorrio em ti, por ti, para ti!
Amo a tua poesia…de espanto E do espanto do teu “jogo” de palavras ...
O poema …e tu na palavra, e eu..
ResponderExcluirTudo só a sós em mim …em ti?
E eu assim, sentada no pensamento….
E a imensidade, cheia ou vazia, das coisas, o grande esquecimento ou memória do céu e da terra…a velocidade do tempo que é uma grande dor…
O teu tempo que eu quero no meu tempo
A acumulação de tudo o que vida escreveu em nós..Aí, aqui, algures uma voz, um canto, um perfume ocasional que nos faz erguer a alma, o pano de nós, a boca…
Aquilo que fui, que sou, acrescentado ao que serei… aquilo que tive, que tenho somado ao que terei..a minha infância…os meus olhos nesta outra infância de ti…onde desoculto o coração, tantas vezes sozinha na noite de mim própria, a chorar como uma mendiga, o silêncio desse lugar de nós….as paredes vazias de nós( mais um pouco de pó de estrelas de mim, - que sou estelar- Sagan)
Sorrio em ti, por ti, para ti!
Amo a tua poesia…de espanto
E do espanto do teu “jogo” de palavras ...