30/01/11

Arque-Mia



do ar (e fogo) si-len-cio-sa-mente, dês
sequência e em duo, dá-se
solo (de águas) e doas-sim aos múltiplos
                         (incrível e-vento) este a ti.


presenta/ausenta (necessária). devir.


sussurram, surra em labor do que quer vir... ver.


docibila (ín-timo), tênue soma.


sanguínea câmara secreta, clareira. sinal. indícios,
oscila, no que dentro, estremece, balança seus pilares     
arqui-mia, rosna invertido, impressões reflexas.
e mesmo assim, reluz, no espelho do espelho,
                                        refletido... e à flora
que fauna em forra. em sobras e ainda sim brilha e sombra.
de fora, se há, foge, esconde, ou vem
e revela ao observador o observador que pulsa e dista
num silente que ora deita ao sequente, ora pode ou não 
dar-se audiente. e ouça... quanto tempo, quanto repeteco reprisando tempos em recuperar o instante-luz, que após, 
à sombra refrigerado. 


esquecido?  





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