Poeta Brasileiro, Paulista - S.P.
enquanto
não
caio
vôo...
* * *
É natural
Q pássaros
Façam festa
Olhe a cor do poente!
Meninos, cachorros, besouros
A vida inteira brinca à minha frente
Enquanto eu enfrento velhos demônios
e sabemos q ninguém vence
Venha, então, participar desta cor
Não precisa saber desta dor
O q vale é o q se vive?
se medirmos o q se vive
Pela cor q no ocaso vemos
Por acaso não vale tudo aquilo q vivemos?
* * *
Viver é o tempo todo
Ar entrando e saindoRespirar transpirar
Conspirar
Fazemos parte um do outro
* * *
Duas torres
-não as destruídas
twin towers-
erigidas
d modo
a empacar
todo o resto:
a Vergonha e o orgulho.
Saída?
Safar-se.
Safadeza.
* * *
Há como um encurtamento
O Tempo reduz-se
E é tão doce dizer
O Tempo reduz-se
É tão triste.
Como podem ser
Ao mesmo tempo
Tristes e Doces
As coisas da vida?
* * *
ESCOTILHA
D NAVIO
VENDO A ILHA
SE AFASTAR
ASSIM PESSOAS
IMPORTANTES (FUNDAMENTAIS?)
NÃO FAZEM MAIS
PARTE
D NOSSAS VIDAS
ACEITAR? NÃO!
ILHAS PODEM
SEMPRE SER
REVISITADAS
QUANTO À ILHA:
BEM VINDA!
* * *
balbucio verdades infinitas
e me perco
só se perde o q se teve
(eu me tive?).
como sombra d nuvem
sobre o chão da selva
esqueço.
até chegar
o raio d sol.
* * *
um horizonte infinito d paredes
uma mulher nua por baixo das roupas
um limite q a enumeração ultrapassa
e eu, eu, tu, ela, nós, vós, eles
até quando?

Legal Wilson vc publicar em teu blog o Zé Mateus, nota 10.
ResponderExcluirAté sempre …
ResponderExcluirpor esse inesgotável sentido do sem tempo...
Brinca comigo poeta, à procura de uma estrela noutro céu ...
E acordemos os anjos…
Sim, eles também dormem nas mentes de tanta gente
acordemos estes , esses, aqueles que adormecem com a luz do teu riso…e brinca comigo poeta, mesmo às escuras…
o poema tem dentro dele a luz suficientes para os nossos olhos que soletram a medida das coisas, sendo as coisas a nossa medida
“enquanto
não
caio
vôo.”
nessa voz que se perfila na argila de nós
nessa fonte viva onde os signos são solares
onde poisamos as mãos
mãos na lama
mãos na alma
mãos do ar
mãos no fogo
mãos como instrumento e como sabor
madrugadas e pontes /poentes
e corpos por elas impedidos de nascer
poema lança
por essa tantas vezes exausta brancura…brandura
viver é epidérmico fazer... entrando-entranhando
...
Gracias Anna, vou ler teus poemas sim, estaremos estabelecendo um elo de poemia à Poemias.. rsrs
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