Navegar - Crê!? - Crer.
Creia, n´alguma não remota,
um sem-distância, algo em que em uma
não absurda lonjura, faz-se em face ao finito
de anima; e então, cognita,
permita somar-se ao toque.
Os sentidos, mover, levemente penetrar,
lira, clareira, cachoeira vertendo humores;
fragrância a clarear o turvo da vontade
de poder cantares nesta mina. o sonho.
Inspirando-expirar; expiar e espiar no gozo, e de
dentro olhares, a mnemo despir-se; lá,
onde tudo é silencio; que aqui inexiste! aí...
Liquidado os planos, do outro conceber os possíveis,
os do mesmo, desvelando os segredos esquecidos do navego.
sob tal desígnio - maldição e benção - benção e maldição,
prisão? - não - lugar - não, não há lugar assim
que em vago rumor ressoe aos remos dos sentidos.
Iluso, nú-vago e verbo In-corpóreo barco.
Nenhum comentário:
Postar um comentário