astralismos
de re-vejo - re[s]cinto
de pequeno vivia de olhar de
cima
e de lá é que tudo me havia
e de lá é que tudo me havia
- e
via: - em dobra ...
num vinco do tempo
um elo
emanava
um halofachos e fachos e fios
de um
leite astral que jorrava
dela e ela branca, branca,
branquinha-branquinha
arqueava em vôo,
uma ave
planando num céu negro
azul preto marinho
e vinha chegando de um longo e largo
mesmo tempo longe mesmo perto,
pertinha-pertinha
- fingia susto ...
- e ela vinha,
vinha, pouco a pouco
aos poucos ela vinha ...
-
expiação imensa...
daqui a via pequena.
havia só
um buraco branco no céu
que aparecia sei lá de onde,
sei que vinha de uma ventura figurada
que se dava mais dentro que fora
e era só minha,
era um aqui
que se desdobrava...
e ela me dizia:
- vê se veste o céu menino e
vê se avoa -
e eu tentava, tentava,
depois
frustrado via...
que por mais qu’eu ajustasse,
não dava, não cabia.
já hoje tô pequeno e de
vontade,
na verdade voluntariamente me miúdo
e
desse jeito bato de um olho...
e de um outro
no
que vejo me imenso
e de tão grande um
sem tamanho.
aí... miro naquilo em que me
h’avia
e vejo, re-vejo,
ié bem mais agora que brinco,
palavreio
e reencar(n)o
e o que de antes,
é bem mais
agora que tudo me-valia.

Buenos dias guapo que tal estas?
ResponderExcluirespero que bien
hace tiempo que no se de ti
cuidate mucho
Besos
Oi Anna - realmente faz algum tempo em que estive por aqui, mas tudo vai bem tudo está bem.
ExcluirEstou terminando a diagramação de um livro meu de nome - esse-homínimo - em breve creio que ele estará pr'aqui, pro lado de fora. Beijo