por onde soa essa voz que ressoa e nos
habita (?)
essa máscara que abriga e acolhe máculas
que adquirida, subtrai e vela ao se desocultar
que grada e degrada dardando significâncias
e enceta, imprime ao desvelar cor e tom
todas essas cores e tons
que ora se ouve ora olvida ora
toca ora timbra
e na hora do por-pôr - põe ao
viés dos sentidos.
que em deter revelam rastros e minam rostos face aos intentos
e ao abarcar a cata na pega dos
olhos o que vê o que ouve
por vezes olvida e pelos remos - o
das mãos movem
e singram e flanam devido ao
esforço
no empenho em ir e vir, mostra e
demonstra o “quê”
monstra o que vem e vai e venda e velando promove
navega permeando todo nosso habitat.
e ela dá o elo e vasa, envasa e imensa os imersos
per-soam vozes que aqui vergam e vige
e por esse rio - rio que dobra, longo rio
rio que corre, corro - quem sabe manso e dócil
manso e dócil deslize por
esse rio
por esse rio que flui...
por isso-iço
e rio.
e só
rio - rio...


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